quinta-feira, 16 de junho de 2011

Polícia prende chefe do tráfico de drogas do Conjunto Paulo VI-BH

A região estaria em guerra desde a morte do então chefe do tráfico Alexson Valério em fevereiro, segundo a PM


Danilo Emerich - Do Portal HD
O homem apontado pela Polícia Militar como chefe do tráfico de drogas no Conjunto Paulo VI, na Região Nordeste de Belo Horizonte, foi preso na manhã desta quinta-feira (16), durante a Operação Guardiões do Leste. Além de de Wagner Adriano dos Santos, de 23 anos, o “Bira”, outras três pessoas foram detidas, além da apreensão de armas e drogas.

A ação mobilizou mais de 150 militares do 16º Batalhão da PM e Rotam, no comprimento de 41 mandados de busca e apreensão. A operação com o objetivo de coibir homicídios e o tráfico de drogas foi iniciada às 6 horas. Os militares se dividiram em 42 viaturas e vasculharam dezenas de imóveis no Conjunto Paulo VI e também no Bairro Ribeiro de Abreu.
Em uma das casas, os policiais se depararam com “Bira” na companhia de Adiel Gomes dos Reis, 18 anos, e um adolescente de 16. Segundo o tenente Wanderson Junior, Wagner ainda tentou fugir do local, dispensando uma pistola .40 com numeração raspada, mas foi detido na sequência. Durante a prisão, uma mulher chegou a gritar que “estavam prendendo o protetor do morro”. No local ainda foram apreendidos 21 buchas de maconha, prontas para serem vendidas.

Em outro ponto, Phillipe Landes Robadel, de 23 anos, foi preso com cartuchos de calibre .45. Na operação ainda foram apreendidos rádios comunicadores. Os acusados negaram envolvimento com o tráfico de drogas.

Segundo policiais militares, o Conjunto Paulo VI estaria passando por uma guerra pelo controle do tráfico de drogas. O conflito entre gangues teria começado após a morte do comerciante Alexson Valério, 36 anos, no dia 27 de fevereiro deste ano. Ele foi executado com 25 tiros, dentro do próprio bar e era apontado como o chefe do tráfico de drogas no bairro. O assassinato motivou um toque de recolher de dois dias, imposto por traficante, no comércio local.
Após a morte, membros da gangue de Alexson teriam se dividido em duas. Um homem identificado como “Mauro” teria assumido o controle. No entanto, ele foi expulso da comunidade pouco tempo depois por Wagner Adriano, o “Bira”. Além disso, grupos rivais de bairros vizinhos também estariam tentando dominar a localidade.

O tenente Wanderson Junior afirmou quem tem sido constante a apreensão de drogas e armas após a morte de Alexson. Até uma escopeta teria sido encontrada. Um dos suspeito presos na operação, Adiel dos Reis, confirmou que o Conjunto Paulo VI está em guerra.

  Um comentário:

  1. se esse cara matar o mauro eu levarei ele para o inferno

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