sábado, 6 de junho de 2015

Esquema de venda de lacres permitiria que presos burlem tornozeleiras

Uma quadrilha estaria atuando dentro da Unidade Gestora de Monitoração Eletrônica (UGME), ligada à Subsecretaria de Administração Prisional de Minas Gerais (Suapi). Segundo denúncia, o grupo vende lacres de tornozeleiras eletrônicas, por R$ 500 cada, a detentos do regime aberto, que, assim, conseguem violar o sistema.

A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa promete pedir, na terça-feira, esclarecimentos à Suapi, subordinada à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), a respeito do caso, que já estaria sendo investigado pelo Estado.

De acordo com o deputado Cabo Júlio (PMDB), membro da Comissão, somente no mês de maio, 450 lacres “sumiram” da unidade. O esquema estaria acontecendo há pelo menos dois anos. O parlamentar conta que, apesar de o equipamento ser numerado, o lacre, especificamente, não tem identificação, o que facilita a fraude.

Ele explica que, de acordo com a denúncia, os monitorados rompem o “selo”, ficando livres para cometer crimes. Quando são convocados para se reapresentar e prestar esclarecimento sobre a violação, já aparecem com um novo, comprado da quadrilha. Dessa forma, o fato seria registrado apenas como “falha do sistema”.

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