segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Reforma prisional em Minas Gerais esbarra no custo

Para aumentar a segurança no “barril de pólvora” que o sistema prisional se transformou, o governo de Minas poderá ter que desembolsar R$ 26 milhões, por ano, apenas em tecnologia que impeça a entrada de armas, drogas e celulares nas penitenciárias. A instalação do body scan, aparelho que substitui a revista íntima, chamada de “busca vexatória”, será apreciada pela Câmara e Senado e pode virar lei federal.
Esta é uma das 20 propostas do relatório elaborado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário. No parecer final, aprovado por unanimidade em 5 de agosto, projetos que estavam engavetados no Congresso, como a instalação de detectores de metal e outros materiais, voltarão a ser debatidos.
Uma série de recomendações e encaminhamentos a ministérios e à comissões da Câmara também foram feitos. Não há prazo para que as novas regras entrem em vigor.
Em apenas sete meses, as apreensões de celulares e drogas nas unidades prisionais mineiras superaram 2014 inteiro. O recolhimento de entorpecentes foi 48% maior de janeiro a julho de 2015, em relação a todo o ano passado.
Foram apreendidos 169 papelotes de drogas, contra 114 no ano passado. Os celulares recolhidos somam 35, neste ano.

0 comentários:

Postar um comentário

CONTATO!

Administrador:
.::ESTEVES::.
E-mail:
blogdoesteves1@gmail.com

Twitter Blog do Esteves.

Sede Campestre do CSCS Betim.

Seguidores

Postagens populares

Tecnologia do Blogger.

468x60px

Redes Sociais

Posts em Destaque